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Abril: Como ler e porquê? | Maio: Porquê ler os clássicos
 

O que gostava de saber sobre leitura?  

A Academia do Plano Nacional de Leitura inicia 2025 comcursos para todos, online e gratuitos.  

Escritores, ilustradores, editores, académicos e jornalistas apresentam e discutem questões sobre leitura. 

Consulte, abaixo, todos os cursos disponíveis. 

As inscrições para cada curso abrem com um mês de antecedência. 

 

Inscreva-seaquino curso "Como ler e porquê?", com Regina Duarte, a iniciar no dia 15 de abril.  

As inscrições são limitadas e por ordem de chegada.  

O curso é acreditado como Ação de Formação de Curta Duraçãopara educadores e professores dos ensinos básico e secundário(6 horas de formação certificada pelo CFAE do Seixal Academia do Professor). 

Se pretende a certificação do curso como ação de formação de curta duração, proceda, por favor, ao seu registo na Academia do Professor e inscreva-se no curso "Como ler e porquê". 

A inscrição no CFAE do Seixal é complementar e não dispensa ainscrição junto do PNL2027. 

 

 

 Regina dos Santos Duarte

 

Biografia:

Regina dos Santos Duarte [pdf]

 

Sinopse:

O curso "Como ler e porquê?" pretende fornecer pistas de reflexão, ferramentas, recursos e sugestões de leitura para adultos com poucos hábitos de leitura ou que queiram ampliar os hábitos que já têm. Questionamos o que é ler bem e como conseguir ser um leitor mais regular e consciente do seu processo e percurso. 

O curso começa com uma breve história da leitura, em que se problematizam sucessos, medos e imprevistos. Abordaremos a criação de hábitos de leitura, com sugestões práticas para concentração, rotinas e estratégias de leitura ativa, e discutiremos como escolher livros, partindo de diferentes perfis de leitores. Refletiremos sobre partilha de leituras, em contextos pessoais, sociais ou profissionais, e sobre modos de formar comunidades de leitores adequadas às nossas vontades e necessidades. 

Em todas as sessões serão apresentadas sugestões de leitura. 


 

 

Inscreva-seaquino curso "Porquê ler os clássicos", com Carlos Reis, a iniciar no dia 2 de maio.  

As inscrições são limitadas e por ordem de chegada.  

O curso é acreditado comoAção de Formação de Curta Duraçãopara educadores e professores dos ensinos básico e secundário(6 horas de formação certificada pelo CFAE do Seixal Academia do Professor). 

Se pretende a certificação do curso como ação de formação de curta duração, proceda, por favor, ao seu registo na Academia do Professor e inscreva-se no curso "Porquê ler os clássicos?". 

A inscrição no CFAE do Seixal é complementar e não dispensa ainscrição junto do PNL2027. 



Porquê ler os clássicos


Biografia:

Carlos Reis [pdf]

 

Sinopse:

   O curso “Porquê ler os clássicos” visa um conjunto de questões centradas na noção de clássico, enquanto termo recorrente na metalinguagem dos estudos literários, com especial incidência nos autores designados como “clássicos”. Essa recorrência envolve um conjunto de aceções em que aquele termo, por natureza polissémico, é utilizado, o que condiciona a sua utilização, seja em contexto escolar, seja de forma alargada, em cenários de leitura sem propósito pedagógico.

   A expressão que norteia o curso (o “porquê”) suscita hipóteses de trabalho de índole explicativa e justificativa, mais do que finalística (o “para quê”). A orientação assim definida levanta indagações de vária ordem, a seguir explanadas. Assim:

  • O clássico pode ser postulado de forma trans-histórica, como um conceito abstrato suscetível de utilizações variadas e transliterárias.
  • O clássico pode ser entendido em termos histórico-literários, em direta ligação com uma certa configuração periodológica.
  • Será possível distinguir uma vinculação do clássico ao tempo cultural da Antiguidade e do classicismo, de uma sua utilização na modernidade.
  • A ligação do clássico à noção de cânone não é inevitável, mas existem elos de afinidade que permitem associar, em certos momentos e contextos, ambos os conceitos e as suas eventuais integrações pedagógicas.
  • O clássico não é imune a movimentos de paródia e de descanonização, o que permite falar em formas singulares da sua presença nos nossos dias.

   Para adequada análise destes tópicos de reflexão, o curso será apoiado por textos doutrinários incidindo sobre a noção de clássico (e da leitura dos clássicos), bem como de autores da literatura portuguesa, designadamente, Camões, Eça de Queirós, Fernando Pessoa e Sophia de Mello Breyner Andresen.


 

  

Academia Cursos 2025 

 

Academia:

Cursos 2025 [pdf]

 

 

 Como ler imagens em álbuns ilustrados?

Biografia:

Alain Corbel [pdf]

  

Sinopse:

Quando se trata das imagens, cada parâmetro é importante: a composição, as cores, a textura até. Não há pormenor insignificante. Criar uma imagem é colocar o leitor à frente de uma janela, a uma certa distância de um objeto, que seja um casal sentado num banco, um pássaro num ramo, etc. Esta distância também não deve nada ao acaso, é quase uma questão moral. Podemos ser abusivos ao olhar por cima do ombro de alguém, ou respeitosos ao deixar em paz um casal de namorados. 

Que seja uma pintura, uma banda desenhada, um filme, ou uma publicidade, a construção das imagens é igual e todas respondem à mesma funcionalidade: comunicar. Um álbum ilustrado não é exceção. Uns são cativantes, outros não, alguns têm uma função específica, mas não todos. Então, qual é a receita de uma boa imagem, ou um bom álbum ilustrado, se é que existe alguma?

As imagens podem questionar-nos, mas a sua articulação com o texto também. 

Ler um livro ilustrado parece fácil, mas talvez seja muito mais complicado ou subtil do que parece. É sobre isso que a apresentação irá evocar, através de exemplos específicos e de um pouco de análise semiótica.

 

 

Curso de fevereiro

Biografia: 

Isabel Lucas [pdf]

 

Sinopse: 

Num tempo em que a viagem se democratizou e tornou massiva, o que nos traz um dos géneros literários mais antigos, fundadores do que entendemos por narrativas da descoberta do outro? Da Odisseia aos testemunhos atuais, vamos entrar no universo da literatura de viagens, ver como escritores de diferentes épocas e culturas registaram as suas experiências, perceções e fantasias sobre o mundo. Voltado para a leitura e análise de textos, vamos explorar obras representativas da viagem como experiência transformadora, para o viajante e para o leitor. Um dos desafios é o de tentar entender o diálogo permanente entre viagem — simbólica ou real —, escrita e leitura.

O curso desenvolve-se em duas sessões:

  • Discussão sobre a definição ou o que se entende por literatura de viagens a partir de uma breve história do género, bem como o seu impacto na grande história da literatura, com exemplos que vão de narrativas clássicas, como A Odisseia, às atuais reflexões sobre o ato de viajar. 
  • Leituras comentadas de trechos selecionados de obras e autores representativos de vários estilos, geografias e épocas, textos clássicos e contemporâneos, trazendo ao debate algumas questões associadas ao género: o exotismo, o olhar do colonizador, a diversidade de perspetivas e de discursos

 

 

 

Curso de janeiro 

 

Biografia:

Maria do Rosário Pedreira [pdf

Sinopse: 

Hoje, quando entramos numa livraria, parece que há mais escritores do que leitores... Ninguém se atreveria a ser pianista, bailarino, arquiteto ou cineasta sem conhecimentos técnicos ou talento. Porém, como para escrever basta uma ideia, um caderno ou um computador (e ainda por cima qualquer atriz ou apresentadora de TV tem um livro publicado), toda a gente se sente tentada a escrever um livro. O problema é que isso leva a que depois os que leem se percam frequentemente em leituras que em nada contribuem para o seu desenvolvimento pessoal e cultural.

O presente curso ajuda a explicar que, quando falamos de livros, o talento não é a regra e que, de qualquer modo, é preciso muito mais do que talento para que um livro seja bom e valha a pena.


 


 

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